Comboio Histórico do Douro

Esta foi a última viagem deste verão. O comboio histórico do Douro recria uma viagem que remonta a tempos antigos e que percorre uma das mais belas paisagens do nosso país. Uma tarde bem passada e com direito a muitas imagens bonitas, sempre acompanhada por música tradicional (ainda dei uma perninha a acompanhar a voz principal).

Este ano já não há mais, a última edição foi esta, no final de Outubro, mas talvez o comboio histórico regresse em 2015.

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No coração de Trás-os-Montes…

… a mais de meia hora de curvas de Mirandela, encontra-se este pequeno Oásis – o Alfândega da Fé Hotel and SPA, onde passei três dias durante as férias de Verão. Embora a equipa do Hotel pudesse ter bastante mais formação e a empresa de limpeza deva ser mudada o quanto antes, não deixamos de estar num sítio ideal para desligar a cabeça e passar horas a ler e a deixar-nos impressionar pela paisagem esculpida na pedra pelos milhões de anos que já passaram pelo nosso planeta.

Vale a pena experimentar e aproveitar o tempo frio – há um jacuzzi ao ar livre e uma lareira enorme na sala junto ao bar! Lá fora, nos dias de chuva, dá para ver as colunas de água a cair das nuvens.

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Se estiver sol aconselho-vos a irem passar um dia à Praia Fluvial da Ribeira, na Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo. A praia está super bem cuidada e tem um óptimo bar de apoio.

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Para comer é que é um problema… o restaurante do Hotel não é famoso e ali por perto não há muita coisa. Alfândega da Fé fica a 15 minutos de carro (e à noite custam a fazer) e ainda assim não oferece uma grande variedade – basta dizer que chegámos lá num Domingo e não havia pão em lado nenhum porque ao Domingo o padeiro da terra não trabalha! Mirandela então, nem pensar… são 35 a 40 minutos de uma estrada medonha de curvas e contracurvas completamente às escuras… Ainda assim, e porque terão sempre que comer nalgum lado, aconselho a Pizzaria o Bairral, na Rua da Escola, em Alfândega da Fé. É muito escondida, mas com vontade e depois de perguntarem a 4 ou 5 nativos conseguem lá chegar. A equipa é super simpática e a comida também. Além de pizzas, há francesinhas e pratos de peixe e de carne.

 

Flores, nem vê-las!

Cheguei a Amesterdão super entusiasmada porque finalmente ia ver os campos de tulipas floridos!
Após 18km a pedalar chegámos a uma área de campos lavrados, mas tulipas nem vê-las! Tinham sido apanhadas no dia anterior… Voltámos de bicicleta para o aeroporto onde lanchámos numa esplanada (sim, está sol na Holanda) e apanhámos o comboio de volta a casa.
E é fantástico com tudo aqui está preparado para as bicicletas serem um meio de transporte tão válido como todos os outros 🙂
Hoje sim, vamos ver flores, mas de carro.
Para já, uma foto do almoço de ontem no Amsterdam Bos (lê-se boch)

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Açores 6 | Plantar Ananases

E para terminar a Odisseia dos Açores, nada melhor do que uma visita a uma plantação de ananases, propriedade de um familiar dos nossos anfitriões. Tivemos a sorte de o mestre da plantação, que trabalha naquela quinta há mais de trinta anos, estar disponível para nos fazer uma visita guiada às estufas e nos ensinar todos os passos do processo, que eu desconhecia em absoluto.

Numa primeira fase planta-se os tubérculos, com pouca distância entre si, de forma a permitir que os primeiros rebentos surjam:

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Depois, e porque em cada tubérculo rebentam várias plantas, separa-se os rebentos uns dos outros e planta-se, numa outra, já com bastante mais espaço entre si para aí se desenvolverem:

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Depois é continuar a regar e manter a temperatura das estufas à volta dos 25º e esperar. Cada planta só dá 1 ananás a cada 18 meses! É sempre bom aprendermos o que está por trás daquilo que pomos à mesas, não acham?

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