Miminhos de Natal

Eu sei que fica bem dizer-se que o importante no Natal não são as prendas (e não são, de facto) e que não se troca prendas e devemos é desfrutar da família, etc…

Concordo com tudo. Felizmente, na minha família, convivemos muitas vezes e aproveitamos qualquer pretexto para nos juntarmos todos à volta de uma mesa. Por isso, no Natal, a acrescentar ao convívio, que é maravilhoso, há o momento das prendas que é sempre uma animação.

É verdade que investimos nas prendas, mas nunca damos prendas só por dar (daquelas que achamos que a pessoa não vai usar, mas acabamos por comprar porque é preciso dar qualquer coisa). Pelo contrário. O que fazemos sempre é guardar para dar no Natal algumas coisas que já sabemos que a pessoa quer, ou que fazem falta. E depois, claro há sempre uns miminhos. 

Tenho o hábito de deixar as minhas prendas desarrumadas durante bastante tempo, que é para não se misturarem logo com as coisas que já tinha e poder olhar para elas muitas vezes e voltar a ter um bocadinho do prazer que tive ao abri-las.

Este ano, decidi partilhar convosco estes miminhos (fotografados com uma nova lente para a Canon, oferta dos pais):

 2 necessaires, oferta da Cláudia

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Uma BD magnética para preencher com fotos, dos meus primos Tuy e Lina

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O borda d’água (para gerir melhor as minhas plantações), oferta dos pais

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Uma caneta para o ipad em forma de cão salsicha, oferta da Maggie

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Comboio Histórico do Douro

Esta foi a última viagem deste verão. O comboio histórico do Douro recria uma viagem que remonta a tempos antigos e que percorre uma das mais belas paisagens do nosso país. Uma tarde bem passada e com direito a muitas imagens bonitas, sempre acompanhada por música tradicional (ainda dei uma perninha a acompanhar a voz principal).

Este ano já não há mais, a última edição foi esta, no final de Outubro, mas talvez o comboio histórico regresse em 2015.

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Os avós

Sábado foi dia dos avós e as minhas avós são as maiores.

Além de terem sido sempre grandes exemplos de vida, são das maiores alegrias que tenho. Conservam uma juventude de espírito que me surpreende a cada momento.

Apesar de já ambas serem viúvas, acho que a união enorme que há na nossa família, em que o amor é uma força que nos mantém juntos nos bons e nos maus momentos, lhes deu força para, apesar de tudo, manterem uma grande alegria de viver e de fazer parte do nosso dia-a-dia.

No Sábado foi dia dos avós, e todos os anos eu reservo esse dia para elas. Desta vez, estava doente, e por isso a aventura no comboio da Tapada de Mafra teve que ficar para outra altura, mas o dia foi passado em Fontanelas, com copos e petiscos à volta da espreguiçadeira onde me estive a recompor da virose.

Não há fotos de Sábado, mas há fotos impagáveis das avós, que fazem um lindo galheteiro, uma de cada lado da minha pessoa! E tal como escrevi na primeira página do meu livro “Aos meus avós, as pessoas que mais admiro.”

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