Quando descobres o encanto de uma coisa que detestavas

Há qualquer coisa de mágico em comer sozinha. E eu não gostava. Não gostava mesmo. Sentia-me sozinha e sem amigos. Até descobrir a beleza desse acto. E agora é mágico. Ir comer fora sozinha, ao almoço ou ao jantar. Escolher o restaurante onde tu queres ir comer. Sentares-te na mesa que tu queres. Escolher a comida. Entregares-te aos teus pensamentos, ao livro que estás a ler, ou vomitares freneticamente tudo o que te vai na alma para um caderno… 

Da última vez que me sentei a ler um livro num restaurante onde me conhecem, acabei a discutir as aventuras de Allon na Irlanda com o senhor da pizzaria. Sempre que vou jantar sozinha ao vegetariano, oferecem-me um chá.

E torna-se quase um ritual isto de ir almoçar ou jantar contigo próprio. Ainda na semana passada isso me aconteceu. Fiquei em Lisboa à noite porque tinha um convite da Sofia para ir assistir à última sessão do curso de Clown que ela estava a fazer. Fui jantar sozinha. Comi um prato vegetariano óptimo, li mais umas páginas d’”A Raíz do Mundo”, bebi um chá fantástico de gengibre e ibisco e comi uma sobremesa. E a seguir fui estar presente num momento importante do curso da minha amiga, ouvir partilhas dos colegas de curso, dançar loucamente dentro de uma sala, até o calor me ir tirando várias camadas de roupa. Uma noite que terminou comigo a com a Sofia a caminhar a pé por Lisboa enquanto conversávamos sobre o seu último exercício do curso e sobre livros. Grande noite!

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Continuação do post anterior, mas com mais um presente

Eu sei que consigo ser muito irritante com isto de estar sempre a receber prendas, mas isso só significa que estou rodeada de pessoas que aparentemente gostam de mim 🙂

Como se não bastasse o presente recebido por correio no fim-de-semana, ontem cheguei ao escritório e tinha na minha mesa uma caixinha branca de cartão a dizer “Obrigada :-)”

Isto de ser “boa pessoa” e ajudar toda a gente tem destas coisas.

Dei uma ajuda a um colega revendo-lhe o inglês de uma parte da dissertação de mestrado e ele achou por bem trazer-me bolinhos do Algarve porque foi a casa no fim-de-semana.

E é isto, senhores:

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Mais um presente

Há mais ou menos dois anos, a Rolling Stone Brasil puxou para tema de capa um assunto que me interessa particularmente: “As 100 maiores vozes da música brasileira”.

Na altura pedi à minha amiga Martha para comprar a revista e enviar por correio. Ficou prometido.

Dois anos depois, até eu já me tinha esquecido… eis que chegou a casa do meu pai um envelope castanho, escrito à mão (são os meus preferidos), onde se lia “Para a mais querida Joana Fernandes (etc etc).”

Lá dentro estava não só a Rolling Stone Brasil comemorativa do 6º aniversário (2012) como um postal com direito a dedicatória da Martha! Não vou comentar a lista dos 100 mais, porque uma lista de 100 vozes de sempre do Brasil onde não consta a Simone não pode ser séria, mas valeu pela surpresa e pelo presente 🙂

Com amigos assim…

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A minha princesa vai casar…

E é já este Sábado.

Conheci a Rita quando ela tinha uns 16 anos. Fui animadora dela na Candeia, em dois campos e depois ficámos amigas, com uma relação muito especial.

Não confundindo coisas que não se confundem, sei que tenho para ela um papel próximo da mãe que ela já não tem há muitos anos. E isso, além de muitas alegrias, traz-me também muitas responsabilidades. Tal como esta, que abraço agora, de ser madrinha de uma união que me deixa muito feliz.

A Rita sempre foi a minha menina e, apesar de conseguir ser muito cansativa quando está em modo hiperactivo (love you, baby) é das maiores preciosidades que tenho.

Há uns tempos foi altura de passar uma tarde animada na Despedida de Solteira, entre a praia e o jardim de Santo Amaro de Oeiras.

Esta semana é tempo de acertar os últimos preparativos para o grande dia.

Sexta-feira temos uma mini festa de amigas e Sábado, a agitação habitual para vestir, maquilhar e pentear a noiva em minha casa, como manda a tradição.

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Prendas para os bebés!

Não gosto de dar presentes a bebés antes de eles nascerem e também não costumo dar logo que nascem. Atém agora, as minhas amigas tiveram os filhos sempre uns meses antes ou depois do Verão e eu tenho uma prenda preferida para dar a bebés.

Este mês, foi altura de a oferecer a dois Franciscos (a versão amarelo torrado) e a uma Carlota (a cor de Beringela).

Acho estes conjuntos de toalha de praia e t-shirts o máximo e a Helena, do Pomar do Pano, constrói-os com todo o carinho. Podem ver mais coisas dela aqui.

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