Alguém sabe responder a esta pergunta?

Eu acho que sei. Porque estamos a ser distraídos em relação a uma série de coisas que são importantes.

No passado dia 25 de Abril fez um ano que eu deixei de comer carne. E uma coisa que aprendi neste processo (obrigada Dalila) foi que a indústria da agropecuária nos esconde um mundo de coisas, para que elas não influenciem as nossas escolhas. Eu devia ter vergonha de dizer isto, mas… só recentemente é que percebi que “vacas leiteiras” não são uma raça de vacas que têm leite permanentemente. Vacas leiteiras são vacas que, tal como todos os mamíferos, só têm leite quando têm uma ou mais crias para amamentar, e que são artificialmente forçadas a estar nessa situação, para que possam dar leite continuamente.

Quando se entra neste caminho de uma alimentação mais consciente, descobre-se um mundo de coisas. Esta é só mais uma delas…

 

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Tempo de sementeira

Na horta é tempo de sementeiras e poda, por isso não há muitas coisas bonitas para mostrar.

Além de um frondoso ramo de metas que me deram e que já está plantado, estes dias são de atirar à terra estas pequenas partículas de onde vão nascer tomate cherry, alho francês, cenouras e pimentos padrón. Alguém adivinha a que legumes correspondem as sementes? IMG_2556IMG_2603 IMG_2569IMG_2562 

Fim-de-semana na horta

Este fim-de-semana foi aproveitado para continuar o projecto horta/pomar…

Na horta foi a vez das ervas aromáticas, que chegaram nesta caixa e foram transplantadas no Domingo…

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… e em termos de colheita as ameixas mostraram que são as estrelas da estação 🙂

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Miminhos da horta

Ainda não se pode chamar uma horta, porque ainda só tem morangos, mas já é um começo…

Há 3 semanas, antes de ir para Viseu, fui à praça da Ribeira, em Lisboa, onde geralmente abasteço a cozinha, e trouxe para casa 32 morangueiros, que a minha avó tinha feito o favor de encomendar à D.Bela uns dias antes.

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Três semanas depois, chegam os primeiros morangos (se calhar exagerei um bocadinho no tamanho do cesto com que fiz a colheita…)

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Açores 6 | Plantar Ananases

E para terminar a Odisseia dos Açores, nada melhor do que uma visita a uma plantação de ananases, propriedade de um familiar dos nossos anfitriões. Tivemos a sorte de o mestre da plantação, que trabalha naquela quinta há mais de trinta anos, estar disponível para nos fazer uma visita guiada às estufas e nos ensinar todos os passos do processo, que eu desconhecia em absoluto.

Numa primeira fase planta-se os tubérculos, com pouca distância entre si, de forma a permitir que os primeiros rebentos surjam:

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Depois, e porque em cada tubérculo rebentam várias plantas, separa-se os rebentos uns dos outros e planta-se, numa outra, já com bastante mais espaço entre si para aí se desenvolverem:

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Depois é continuar a regar e manter a temperatura das estufas à volta dos 25º e esperar. Cada planta só dá 1 ananás a cada 18 meses! É sempre bom aprendermos o que está por trás daquilo que pomos à mesas, não acham?

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