Açores 1 | A chegada

Tantos meses depois, há muitas coisas de que já não me lembro para poder contar, por isso, o relato da viagem aos Açores em Abril vai ser feito quase só com imagens e recorrendo a legendas. De qualquer forma, não quero deixar de partilhar aqui o que foi uma semana muito bem passada, no meio da fase mais complicada de trabalho que me lembro de ter tido…

A loucura começou ainda em Lisboa, onde, logo após entregar um trabalho muito difícil, tive um jantar da empresa, onde a Sofia aterrou directamente de Amesterdão, seguido de noitada no Lux. Do Lux saímos para casa da Sofia para ir buscar as malas e seguimos para a minha para fazer a minha mala. Deitámos-nos às 4h da manhã e às 05h30 a minha mãe estava à porta para nos levar para o aeroporto.

A coisa foi de tal forma que eu, que tenho imenso medo de aviões, dormi quase toda a viagem. Só acordei com os abanões da ventania que nos esperava em São Miguel, ainda a tempo de viver a pior aterragem que já fiz.

Já no aeroporto, encontrámos o moço que tinha o nosso carro para nos entregar, ligámos o GPS e… Surpresa!!! O meu GPS não tem mapas dos Açores. Fantástico… Enquanto a Sofia tentava resolver o problema tecnológico, eu fui andando e dizendo “Ponta Delgada não é assim tão grande… há-de ser fácil encontrar a Pousada!”. E o facto é que foi… encontrámos a Guest House na 3ª rua em que passámos. E vocês podem encontrá-la aqui. Tivemos um acolhimento fantástico e quando perceberam o nosso estado de exaustão até nos deixaram ir dormir para outro quarto enquanto acabavam de preparar o nosso.

Depois de dormir uma mega sesta, saímos em busca de comida e para conhecer o centro e achámos que merecíamos um almoço como deve ser. Afinal de contas, a partir do dia seguinte era para fazer trekking a sério!

A rua da pousada

A rua da pousada

A primeira refeição... à Lord! (nós merecíamos)

A primeira refeição!

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One thought on “Açores 1 | A chegada

  1. Que maluqueira! mas ao mesmo tempo só uma maluqueira de marca maior conseguiria tirar-te um pouco o pensamento daquele trabalho obsessivo… provavelmente foi bom que fosse assim…

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