Todas as Ruas do Amor

A Candeia, a Maria e o João ensinaram-me que o amor é o único caminho possível.

E, sabendo isso, não há portas fechadas… Pode haver, quanto muito, algumas a precisar de um empurrão, mas abrem todas, mais cedo ou mais tarde.

O primeiro fim de semana de Maio passou a voar, rodeada de 29 Fogueiras maravilhosos e cheios de amor para dar e de uma equipa de animadores de sonho, que receberam ainda mais do que deram.

A casa que nos recebeu acolheu um grupo que se fez um a partir do momento em que se reuniu e que todo junto fez daqueles dias um fim de semana mágico.

A forma como reagimos às (poucas) adversidades, sempre com um sorriso, foi também prova do grupo que fomos 🙂

As lágrimas na despedida (que a mim quase que saltaram quando o Tomás começou a tocar “Todas as Ruas do Amor” a música-símbolo do meu campo do ano passado) deixaram-nos cheios de vontade de ficarmos lá e a ideia de que podíamos ter construído muito mais coisas.

Os envelopes do amigo secreto a deitar por fora (alguns até caíram com o peso) continuam, pelo menos o meu, em cima da mesa de cabeceira.

Quanto à equipa… bom, a equipa esteve a contar os segundos para começar e passou a semana seguinte a desesperar para ir de volta. Tanto a equipa dos mimos, nesta foto a esventrar fofos para barrar doce de kiwi:

Como o adjunto, especialista em Jogos Olímpicos:

E no fim ainda ganhei um presente da equipa Kitchenette 🙂

 Obrigada a todos! Já não me sentia tão Candeia há muito tempo! 🙂

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